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,um quase nada ou um quase tudo, pensamentos sinuosos, passos descompassados, heterônimos, música, letra, péssima memória, muitos desejos, alguns livros roubados, as três, bons amigos, um grande amor, muitas frases inacabadas e reticências...

Perdoe-me

A você que por muito suporta o peso de meus pensamentos, peço perdão. Peço que me absolva da culpa que carrego por fazê-lo suportar os medos e anseios que te levo ao anoitecer. Perdoe-me pelas lágrimas derramadas que não pude conter, assim como não me contive em tanta felicidade das vezes que o abracei até perder a força nos braços. Perdoe-me pelos meus murmúrios que por tantas nos levaram madrugada adentro, pelos gritos abafados e pelas melodias que desafinei à espera do sono. Perdão pelas vezes que o fiz confidente, entregando-lhe a responsabilidade de manter em sigilo meus segredos. Perdoe-me se reinvento um futuro a cada nova fase da lua, se repito conversas passadas, se faço de nossas noites palco para minhas fantasias infantis e cheias de cores ou se desnudo tua ingenuidade com fantasias em preto-e-branco.
A você, meu travesseiro… peço perdão.

4 comentários:

Rá ~° disse...

Lindo *.*

reverbero disse...

ah, gosto tanto desse pedaço do blog, em especial :)
perdoa o comentário também :S

saiury disse...

q lindo amigaaa
rsrsrs
bjoooooo s2

Anônimo disse...

Gostaria de ter tamanha intimidade com meu travesseiro...