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,um quase nada ou um quase tudo, pensamentos sinuosos, passos descompassados, heterônimos, música, letra, péssima memória, muitos desejos, alguns livros roubados, as três, bons amigos, um grande amor, muitas frases inacabadas e reticências...

o beija-floR e a boRboleta


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, vestiu-se nas cores que combinavam com aquele amanhecer, enfeitou-se para o novo dia… fez-se mulher. Seguiu um rastro de pétalas vermelhas que a levou ao seu jardim, tentou deduzir o que estaria a sua espera, mas perdeu-se com um beija-flor que fazia tudo em sua volta ser um segundo antes. Ela colorida e mulher, quase pôde sentir o tempo parar ali diante de seus olhos. Estendeu seus dedos pequenos no ar como quem quisesse segurar algo a fim de prendê-lo para guardar no bolso... o tempo escorreu pelos seus dedos, a felicidade pesou sua alma. Um sopro de alegria levou o beija-flor a outros jardins e ela, mulher, colorida e agora borboleta, valsou, valsou, valsou...















( e o teu valsar me encanta, BORBOLETA de luz)

9 comentários:

Vivendo na Eternidade disse...

Um ballet muito bem descrito. Uma valsa dançada pela natureza e pelo ser humano. Viajamos em cada palavra.

Parabéns pela inventividade.

Visite-nos. Ficaríamos honrados com tua presença.

www.fantasiandoarealidade.blogspot.com

Grande abraço,

Alice/Carter.

Yuri Almeida disse...

Sem pedir a pausa da valsa, mas... E quando ela parar?!


.... Tudo bem, tudo bem. Eu tive de ser do contra. Rss...

Que bonito texto, Lílian.

neTrop!k@lista disse...

ler você faz eu me sentir em um clipe da Corinne Bailey Rae.
abraços =D

Gaby Soncini disse...

Que lindo *__*

Alice disse...

bonito o valsar de tuas palavras. = )


beijos ;*

Thiago Ayres disse...

Que perfeito. *_*

Thiago Ayres disse...

Já está até linkada no meu blog.
beeeijos.

Thiago Ayres disse...

Que bom, fico mais feliz ainda.
Outro grande abraço.

Robson Rogers disse...

Lindas escritas Lílian. Você sabe bem concretizar a poesia de eus sentimentos.